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Professora: Josefina
sábado, 26 de abril de 2014
A Escola Castelo Branco dinamiza as atividades escolares com as propostas das Atividades Integradoras do Ensino Médio Inovador, planejando e interagindo as metodologias para proporcionar conhecimento aos alunos, que desperte o interesse por um campo profissional, onde eles possam ser protagonistas de suas ações e sua formação enquanto transformadores sociais.
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Escola
Castelo Branco promove a Feira Jovem Empreendedor

“A feira é a culminância do Projeto
Educação Empreendedora realizado por todo o quarto bimestre, o último do ano
letivo ainda de 2012, coordenado pela Área de Ciências Humanas e suas
Tecnologias com o objetivo de desenvolver nos alunos qualidades e habilidades
como criatividade, iniciativa e independência, que contribuam para o
desenvolvimento da atitude empreendedora, que será útil em suas vidas e em
qualquer tipo de trabalho”, ressalta Maria das Dores Lobato, diretora da Escola
Castelo Branco.
A metodologia adotada pela coordenação
do projeto envolveu professores, alunos e toda a comunidade escolar como forma
de integrar positivamente os diferentes atores do cotidiano educacional,
fortalecendo assim o desenvolvimento empreendedor do aluno, favorecendo a sua autoconfiança
e o vislumbrar de um futuro promissor.
O projeto percorreu várias etapas,
como o
desenvolvimento de mini projetos elaborados pelos professores com sub-temas aplicados de forma interdisciplinar, respeitando as especificidades de cada disciplina, tendo como foco o empreendedorismo; aulas teóricas sobre o cenário sócio-econômico atual e mundial, a importância da escolaridade no mercado de trabalho, atributos da empregabilidade, atividade empreendedora como opção de carreira, o que se deve levar em conta na escolha da profissão, entre outras.
desenvolvimento de mini projetos elaborados pelos professores com sub-temas aplicados de forma interdisciplinar, respeitando as especificidades de cada disciplina, tendo como foco o empreendedorismo; aulas teóricas sobre o cenário sócio-econômico atual e mundial, a importância da escolaridade no mercado de trabalho, atributos da empregabilidade, atividade empreendedora como opção de carreira, o que se deve levar em conta na escolha da profissão, entre outras.
Por meio deste projeto a Escola Castelo
Branco promove momentos de participação da família na escola com depoimentos sobre
atividades profissionais em sala de aula e/ou na elaboração ou execução do
empreendimento; na elaboração, organização e produção do empreendimento que
será exposto e/ou comercializado na Feira Jovem Empreendedor e na
culminância
com a realização da Feira Jovem Empreendedor, onde alunos (as), juntamente com
os professores coordenadores, irão expor e vender ao público o que produziram
como resultado prático do projeto desenvolvido em sala de aula.
As atividades teóricas e práticas foram desenvolvidas
nos meses de dezembro/2012 e janeiro/2013, como parte integrante dos projetos
desenvolvidos pela escola, sendo executadas nas terças, quintas e sábados
letivos contemplando assim 20% do Programa Ensino Médio Inovador destinados as
atividades diversificadas de interesse dos alunos. Contatos com a diretora
Maria das Dores Lobato da Silva: 99713011/
32125223. (Oscar Filho – professor e jornalista)
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Jogos Internos 2012 da Escola Castelo Branco
Esporte: Ética e respeito às
diversidades através de uma perspectiva saudável é o tema do IX Jicastes -
Jogos Internos Castelanos da Escola Estadual Castelo Branco, que integra o
Projeto do Terceiro Bimestre da Escola, de responsabilidade da área de
Linguagens, códigos e tecnologias. A abertura ocorre sábado, 10 de novembro,
a partir das 08h da manhã, na quadra de esportes da Escola Castelo Branco, no
bairro do Trem, com uma solene programação: desfile das equipes,
apresentação das deusas, hasteamento das bandeiras Nacional e do Amapá, corrida
da tocha, apoteose do fogo, juramento dos atletas, apresentação da Escola
Santina Rioli, início das competições, entre outras atrações. Mais de mil alunos e alunas, professores, direção, coordenação pedagógica, pessoal de apoio e a comunidade escolar participam do tradicional Jicastes. De 10 a 17 de novembro serão realizadas competições femininas e masculinas coletivas de Futsal, Queimada, Voleibol, Basquete, Handebol, e as individuais, como Xadrez, Karatê, Atletismo, Natação e Tênis de mesa. As competições terão como locais a quadra da Escola Castelo e a área de esporte e lazer do SESC/Araxá. Além das atividades esportivas serão oferecidas também oficinas pedagógicas na TV Escola, Laboratório de Informática Educativa, Sala de Leitura e auditório.
Os Jogos Castelanos contarão com
a colaboração de acadêmicos de várias faculdades, bombeiros, funcionários da
escola, Polícia Militar e SESC Araxá. Antes dos jogos foram realizados
mini-projetos que abordaram vários assuntos importantes para a vida das
crianças, jovens e adultos, entre estes, drogas, AIDS, violência, bullying,
obesidade, alcoolismo, fumo, alimentação saudável, solidariedade, relações
humanas, ética e cidadania. Contatos com a direção da escola: Maria Das
Dores
(Oscar Filho – professor e
jornalista)
terça-feira, 20 de março de 2012
Secretário da Seed confirma permanência da direção da Escola Castelo Branco
O secretário estadual de educação, professor Adalberto Carvalho, acompanhado
dos técnicos da Seed, Antonio Favacho e Dina Marta Gonçalves reuniram no início
da noite da última sexta-feira, 16, com professores, coordenação pedagógica,
funcionários, representantes de estudantes e demais segmentos da comunidade da
Escola Estadual Castelo Branco, no bairro do Trem. Na ocasião o secretário anunciou
a permanência da atual diretora Maria Das Dores Lobato da Silva e do
diretor-adjunto José Carlos Fonseca. Uma semana depois do primeiro encontro o
secretário da Seed fez questão de reunir novamente com a comunidade
educacional, no auditório da escola, segundo ele, com o propósito de manter o
diálogo e anunciar a conclusão do relatório feito por uma comissão da Seed, a
respeito das manifestações contrárias a exoneração da diretoria da escola,
assinada no final da gestão do ex-secretário José Maria Lobato. O secretário
afirmou, na abertura da reunião, que incluiu na agenda da reunião de trabalho
que manteve com o governador Camilo Capiberibe na véspera, a reivindicação da
comunidade em prol da permanência da atual diretoria. Diante do parecer
favorável de relatórios, documentos, depoimentos de técnicos da Seed e dos
argumentos favoráveis da comunidade escolar sobre a gestão da professora Maria
Das Dores, o governador aprovou a permanência da diretoria. A Seed tornará a
exoneração sem efeito. O secretário Adalberto Carvalho anunciou também na
reunião a criação de núcleos pacificadores nas escolas com a figura do
professor mediador, projeto este que está sendo planejado em parceria com o
Ministério Público. Este núcleo atuará diante de conflitos interpessoais para
melhorar o clima e humanizar o ambiente escolar. Outra prioridade da atual
administração da Seed é o debate sobre a gestão democrática nas escolas
amapaenses, com incentivo para a organização e fortalecimento dos conselhos
escolares; critérios e participação efetiva da comunidade nas indicações de
gestores escolares capacitados para o cargo e projetos pedagógicos que possam
melhorar cada vez mais a qualidade da educação no Amapá. “Esta mobilização,
todo diálogo construído aqui na Escola Castelo é uma experiência positiva,
podemos considerar um ótimo teste para o início da gestão de nossa equipe,
tanto para mim quanto para as professoras Elda Araújo e Lúcia Furlan”, declarou
o secretário. A diretora Maria Das Dores e o adjunto José Carlos agradeceram o apoio
de toda a comunidade escolar, do presidente do Sinsepeap Aroldo Rabelo, da
imprensa, familiares, e reconheceram a contribuição decisiva da Seed para
garantir a continuidade de um trabalho que vem dando certo. “É por causa do
trabalho que realizamos em equipe, com o envolvimento de toda a escola que
estamos sendo reconduzidos, com responsabilidade ainda maior. Quem perguntar
hoje de quem foi nossa indicação vamos dizer, com toda a certeza, que a nossa
indicação para a direção foi da comunidade escolar Castelo Branco”, afirmou
emocionada a diretora Maria Das Dores. “Acredito que nosso trabalho está dando
certo, caso contrário a comunidade seria a primeira a dizer não para o nosso
retorno. Não fazemos questão de cargos, mas trabalhamos por amor a Escola Castelo
Branco onde já estou há doze anos”, garantiu o professor José Carlos, aplaudido
de pé por todos os presentes. (Oscar Filho – jornalista e professor da Escola Castelo Branco)
sexta-feira, 9 de março de 2012
Eficiência pela incerteza
Artigo publicado na edição de hoje, 09/03/12, jo JORNAL DO DIA, página
A3, OPINIÃO
Eficiência pela incerteza
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A reação dos professores, funcionários e alunos da Escola
Estadual Castelo Branco, localizada no coração do Bairro do Trem, é a
demonstração de que
há pessoas interessadas no bom desempenho da política educacional na
rede de ensino público estadual do Amapá.
É claro que não haveria necessidade de um posicionamento radical do
tamanho que foi tomado pelos professores, funcionários e alunos,
chegando à declaração máxima do seu desconforto, uma espécie de
posicionamento onde mostram que não dá mais para assistir os
erros serem perpetrados de forma tão irresponsável, que chega a
contraria crianças e adolescentes que, todos os dias, vão à escola em
busca de conhecimento.
São mais de 450 escolas, mais de 12 mil professores e mais de 170 mil alunos que pertencem à rede estadual de ensino. São poucas as escolas do Estado que apresentam o grau de satisfação do corpo discente e docente e dos funcionários com o que é visto na Escola Castelo Branco. Mesmo não dando para analisar a questão de forma isolada – caso da Escola Castelo Branco -, mas, nesse caso, dá perfeitamente para perceber que, no conjunto, esse é, infelizmente, um caso raro de satisfação. Não dá para concordar, com a administração que, principalmente no sistema de educação básica, se interrompa um processo que vem dando certo e que, claramente não é mantido pelo personalismo da diretora que ganhou o respeito, não apenas pelas atitudes conciliadoras, mas pelos resultados espetaculares que pode contabilizar.
Em crise sistêmica, experimentando um terceiro secretário de Estado à
frente da Secretaria de Educação e muitas reclamações constantes de
atraso de pagamento de prestadores de serviços e de fornecimento de
material, a Escola Estadual Castelo Branco, aparece
como um oasis, nesse conturbado momento da gerencia do setor
educacional do Estado e, logo essa administração é punida com a retirada
dos seus principais articuladores – os gestores da escola.
Hoje dizer que em uma escola do Estado as dívidas estão sanadas, os profissionais de todos os segmentos da escola estão valorizados e são respeitados, que as salas de aula são ambientes adequados para ensinar e educar, que os alunos contam com livros novos na biblioteca, equipamentos eletrônicos e centrais de ar funcionando, que se está utilizando lâmpadas econômicas, que a caderneta eletrônica foi implantada e está funcionando através do sistema PROESC e da rede wireless, que a escola conta com a secretaria informatizada e com ambientação na sala de leitura, é uma raridade. Uma escola que viveu a retomada da elaboração do Regimento Escolar, já aprovado, e dispõe de um projeto político-pedagógico, adequado à realidade escolar. Onde também são desenvolvidos diversos projetos pedagógicos educacionais como: Ensino Médio Inovador, Mais Educação, Xadrez, Mudança de Hábito, Oficinas da Rádio Escola, Dança, Música, Teatro, Letramento, Informática, Vídeos e Horta. A retomada dos jogos internos, com a participação de professores, alunos e funcionários. Uma escola que pode executar campanha de arrecadação de alimentos e brinquedos com espetacular sucesso, para atender os mais necessitados do próprio bairro ou de bairros vizinhos, além de resultados com aprovação de alunos da Escola no ENEM e vestibular da UEAP e UNIFAP, não pode ter seu comando esfacelado e os seus relacionamentos encerrados, por causa da vontade de alguém que não conhecem a realidade da educação no Amapá e substitui o sucesso pelo agrado à amigos ou auxiliares de “bandeiradas”. O reconhecimento dos alunos e da comunidade é absolutamente o certificado do bom trabalho que recebeu o prêmio da comunidade, pelo reconhecimento, e está lhe sendo oferecido o castigo do encerramento, pela exoneração dos principais responsáveis. Concordar com isso, jamais. É o que estão repetindo, a todos com os quais os professores, os alunos e os funcionários têm a chance de conversar. |
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